Biografia
 
O Autor

Aristoteles Drummond nasceu em novembro de 1944, tendo ingressado no jornalismo em 64, nos Diários Associados, onde colabora desde então. Primeiro no O Jornal, depois no Estado de Minas e atualmente no Jornal do Commercio, do Rio. É comentarista da Rede Brasil de Televisão e das revistas Foco, de Brasília e Encontro, de BH.
Membro do PEN Clube do Brasil, do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro e da Associação Cultural da Arquidiocese do Rio, publicou em 1990, pela Top Books, o livro de ensaios A REVOLUÇÃO CONSERVADORA, em 1996, uma edição revista e ampliada do VILA RICA DO OURO PRETO, de seu avô Augusto de Lima Júnior, pela EGL, e, em 2000, a pedido da Academia Brasileira de Letras, organizou uma edição de SÃO FRANCISCO DE ASSIS – POEMAS, de seu bisavô Augusto de Lima.
Agora, em MINAS, levanta a obra do avô historiador, volta ao tema das dúvidas sobre a vida e atribuições do Aleijadinho, vem até nossos dias, lembrando personalidades que não podem ser esquecidas, transcreve documentos sobre a Revolução de 64 que estavam precisando ser relidos.
Ao lado das intensas atividades de político, jornalista, escritor e ensaísta, fez carreira no setor elétrico como dirigente e conselheiro de empresas do porte da Light, Eletronorte, Manaus Energia, Boa Vista e Cemig, assim como em entidades de classe, como a Associação Comercial do Rio, de onde é diretor e benemérito.
Aristoteles Drummond, ao longo de sua carreira, teve oportunidade de trabalhar diretamente com alguns dos personagens deste livro, como Francisco Negrão de Lima, José de Magalhães Pinto, José Hugo Castelo Branco, Mário Bhering, Ozanan Coelho, Elias de Souza Carmo e Paulo César de Oliveira, este como seu editor no Caderno Fim de Semana do Estado de Minas, durante vinte anos.
Entusiasta da integração luso-brasileira, sempre defendida por seu avô – que foi delegado extraordinário do Brasil na Exposição do Duplo Centenário realizada em Lisboa, em 1940, por convite de Getúlio Vargas, apoiou desde a primeira hora a iniciativa do presidente Itamar Franco, por sugestão de José Aparecido de Oliveira, da criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Nascido no Rio de Janeiro, habituou-se desde pequeno às viagens a Minas, tendo o avô Lima Júnior como guia. Nunca perdeu esse contato com a terra de seus maiores, cultivando a memória e a obra dos avós.

 



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